Voluntários

A grande maioria dos voluntários no Brasil quer:

1. Ajudar a resolver parte dos problemas sociais do Brasil.
2. Sentir-se útil e valorizado.
3. Fazer algo diferente no dia-a-dia.

No entanto, mais da metade dos jovens no Brasil quer ser voluntário, mas não sabe como começar.

Você sabia que voluntários vivem melhor?

Allan Luks, em The Healing Power of Doing Good, descobriu que pessoas que ajudam os outros têm consistentemente melhor saúde. Oito em dez dos entrevistados afirmaram que os benefícios para a saúde retornavam quando eles se lembravam da ação feita em anos anteriores.
Estudo da Universidade de Michigan constatou que homens que faziam menos trabalhos voluntários eram significantemente mais propensos a morrer mais cedo.

Leis sobre Voluntariado

1. Todos podem ser voluntários
Não é só quem é “especialista” em alguma coisa que pode ser voluntário. Todos podem participar e contribuir: o que cada um faz bem, pode fazer bem a alguém. O que conta é a motivação solidária, o desejo de ajudar, o prazer de se sentir útil.

2. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária
Trabalho voluntário não é uma atividade fria, racional e impessoal. É feito pelo contato humano, relação de pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer novos amigos, intercâmbio e aprendizado.

3. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla: o voluntário doa e recebe
Voluntariado não tem nada a ver com obrigação, coisa chata, triste ou motivada por sentimento de culpa. Voluntariado é uma experiência espontânea, alegre, prazerosa e gratificante. O voluntário doa sua energia e criatividade mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de viver outras situações, aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

4. Voluntariado é ação
O voluntário é uma pessoa criativa, decidida, solidária. Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz. Claro que quando a ação se dá no interior de uma instituição – como uma escola, uma biblioteca ou um hospital – a contribuição do voluntário deve estar bem articulada com as necessidades e procedimentos da entidade que o recebe.

5. Voluntariado é escolha
As formas de ação voluntária são tão variadas quanto às necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário. Durante muito tempo, o voluntariado no Brasil se concentrou na área de saúde e no atendimento a pessoas carentes. A ajuda a pessoas em dificuldade é fundamental, mas, hoje em dia, abrem-se também novas oportunidades nas áreas de educação, atividades esportivas e culturais, proteção do meio ambiente, luta contra a violência etc. Cada necessidade é uma oportunidade de ação voluntária. Basta olhar em volta e dar o primeiro passo.

6. Voluntariado é compromisso
Cada um contribui de acordo com suas possibilidades, com aquilo que sabe e quer fazer. Alguns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar, outros estão prontos a ajudar no que for preciso e onde a necessidade for mais urgente. Cada compromisso assumido, no entanto, deve ser cumprido. Nada é mais decepcionante do que prometer e não ser capaz de realizar. Uma pequena ação bem feita tem muito valor.

7. Cada um é voluntário a seu modo
Alguns são capazes individualmente de identificar um problema, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo de vizinhos, amigos, estudantes, aposentados ou colegas de trabalho que se mobilizam para ajudar pessoas e comunidades. Por vezes, uma instituição inteira se mobiliza, seja um clube, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa. O trabalho voluntário é assim: não há fórmulas nem receitas a serem seguidas.

8. Voluntariado é uma ação duradoura e de qualidade
O voluntariado não compete com o trabalho remunerado nem com a ação do Estado. Sua função não é tapar buracos nem apenas compensar carências. Uma sociedade participante e responsável, capaz de agir por si mesma, não espera tudo do Estado, e sim assume também a sua parte, mas sem abrir mão de cobrar dos governos aquilo que só eles podem fazer.

9. Voluntariado é uma ferramenta de integração social
Melhorar a qualidade de vida da comunidade é um direito de todos. Por isso, todos têm o direito de ser voluntários. Os jovens, as pessoas portadoras de necessidades especiais, os aposentados e os idosos têm muito a contribuir com seus valores, experiências e criatividade. Assegurar a todos esse direito, significa construir uma sociedade mais tolerante com as diferenças, mais solidária e unida, capaz de compartilhar alegria e aliviar o sofrimento de outros.

10. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha e a comunidade
Ao mobilizar energias, recursos e competências em prol de ações de interesse comum, o voluntariado combate a indiferença, a discriminação e a exclusão social, fortalece a solidariedade e a cidadania, reforça o sentimento de pertencer a uma mesma sociedade. Ajudando aos outros, ajudamos a nós mesmos e a todos.

 Lei do Terceiro Setor 

Lei do Voluntariado     

Pesquisa Sebrae           

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